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Posts do blog (57)

  • O que não te contaram sobre governança

    Eu vejo muita gente por aí falando de Governança Corporativa como se fosse um bicho de sete cabeças. Um manual chato, cheio de regras, um custo a mais para a empresa. Uma burocracia que engessa, que tira a agilidade. Bobagem. Pura e simples bobagem. OK, o nome não ajuda muito, pois quando se fala em algo Corporativo se imagina algo burocrático e cheio de regras. Por isso, costumo adotar a linha da Governança Empresarial , adaptada a qualquer porte de empresa. Mas, o que não te contaram é que Governança não é sobre papelada. É sobre controle mínimo necessário . É sobre ter elementos para a decisão . E, na sua essência mais crua, o resumo de duas coisas: Fóruns e Ritos . Pense comigo: onde as decisões importantes são tomadas? Em reuniões. Em conselhos. Em comitês. Certo? Então... esses são os Fóruns . E como essas decisões são tomadas? Com que frequência? Com que pauta? Quem participa? Como se presta contas? Esses são os Ritos . O resto é ruído. Sem esses dois elementos da Governança bem definidos, a chance de estar se criando um monstro burocrático, é grande. O que eu vejo muitas vezes é a tentativa de complicar o simples para justificar a existência de consultores e manuais que ninguém lê. Mas eu, particularmente penso que: se você domina os Fóruns e os Ritos, você domina a Governança. E se você domina a Governança, você domina o controle necessário. Mas é aqui que muitos se perdem e a Governança se revela, não como um manual, mas como um organismo vivo. E, como todo organismo, pode adoecer. Quando a governança não funciona, quando ela mais engessa do que impulsiona, o problema não está na sua existência, mas na sua execução . Está nos Fóruns que se tornam palcos de vaidades, onde se reúnem os que não tem poder para decidir ou se excluem os que detêm o poder real de ação, transformando discussões em ruído corporativo.  Está também nos Ritos que se perdem em empresas, que são verdadeiras fábricas de reuniões, em cadências desproporcionais à urgência do mercado, ou que se sobrepõem comandos, diluindo a autoridade e a capacidade de resposta. É nesse ponto que a governança de fachada, aquela que apenas "cumpre tabela", se torna um peso morto, um obstáculo intransponível à gestão. A diferença entre uma empresa que voa e outra que patina está na visceralidade com que se desenham e se respeitam esses Fóruns e Ritos, garantindo que a arquitetura de controle seja um motor, e não uma âncora. O IBGC, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, que é uma das maiores autoridades no assunto, atualizou seus pilares. E eles são a prova viva do que estou falando. Não são conceitos etéreos; são a materialização do que acontece (ou deveria acontecer) nos seus Fóruns e Ritos. Vamos destrinchar um pouco esses pilares: 1. Integridade É um novo pilar. E o que significa? Não é só não roubar, meu caro. É a cultura da verdade. É a coerência entre o que se fala e o que se faz (Walk the talk). Onde isso se manifesta? Nos Ritos de Conduta . Nas reuniões onde a decisão é impopular, mas é a certa. Nos Fóruns de Compliance que não são apenas para inglês ver, mas para julgar e corrigir desvios. É a lealdade à organização e a todas as partes interessadas, não só ao bolso do acionista. Sem Fóruns e Ritos que exigem essa verdade, a integridade vira um mero slogan na parede. 2. Transparência Não é só publicar balanço, por favor. É a informação que flui. Verdadeira, tempestiva, clara, e a todos que possa interessar. Não só o que a lei exige, mas o que o negócio precisa para prosperar. Isto é Rito de Divulgação . Nas atas de reunião que são claras e acessíveis. Nos Fóruns de Relações com Investidores que não escondem o problema, mas o endereçam. É a confiança que se constrói quando não há sombra, quando o Fórum decide e o Rito comunica sem meias palavras. Inclusive os fatores ESG, que hoje são tão críticos quanto o financeiro. 3. Equidade Tratar todos de forma justa. Muitos entendem que esse pilar significa igualdade. Não. É reconhecer que cada um tem sua contribuição, sua necessidade. Onde isso se pratica? Nos Fóruns de Sócios que ouvem o minoritário. Na voz do funcionário. Nos Ritos de Inclusão que garantem que a diversidade não é só um número, mas uma força. É o respeito pelas diferentes perspectivas, o pluralismo que enriquece a decisão. Sem Fóruns que abrem espaço para todas as vozes e Ritos que garantem que elas sejam ouvidas, a equidade é apenas uma palavra bonita no relatório anual. 4. Responsabilização (Accountability) Accountability para mim é até mais ampla do que a sua tradução pura para “Responsabilização” em português. A palavra da moda que poucos entendem de verdade. É assumir as consequências. É prestar contas. Não é só apontar o dedo. É a diligência na função, a independência na decisão. Onde isso se prova? Nos Ritos de Auditoria que são implacáveis. Nos Fóruns de Conselho que cobram resultados e não aceitam desculpas. É a certeza de que cada ato e omissão terá seu peso, e que a prestação de contas será clara, concisa e, acima de tudo, honesta. É o Fórum que não se esconde e o Rito que não perdoa a procrastinação ou aquela clássica indignação sem ação. 5. Sustentabilidade Não é só plantar árvore, meu amigo. Isso seria muito fácil. É a viabilidade do negócio no longo prazo. É olhar para todos os capitais: financeiro, humano, social, natural, reputacional. Onde essa visão se desenvolve? Nos Fóruns de Estratégia que não se limitam ao curto prazo. Nos Ritos de Monitoramento que acompanham não só o lucro, mas o impacto. É a compreensão de que a empresa não vive isolada, mas em um ecossistema. Sem Fóruns que ampliam o horizonte e Ritos que garantem a perenidade, a sustentabilidade é apenas um custo, não um valor. Ritos de celebração também são importantes na sustentabilidade da visão de longo prazo, pois delimitam conquistas e definem novas metas. Fugindo da burocracia desnecessária Mas tem muita interessante na Governança Empresarial. Basta planejar e agir em consonância com as necessidades da empresa, sem exageros e sem passar pano para o descontrole. Algumas dicas que para mim ajudam muito: Descentralize as decisões menos importantes. Dê voz a quem precisa opinar e que pode agir de forma mais autônoma. Quando se tratar da montagem de conselhos, entenda bem o papel de um Conselho Consultivo e do Conselho de Administração. Os dois tem papeis diferentes e responsabilidades bem distintas. Os comitês podem ser de grande valia, desde que tenham autonomia. Comitês que não podem deliberar, talvez não devam existir. Aplique metodologias ágeis nas reuniões, com pautas bem definidas, divulgadas com antecedência (assim como o material a ser apresentado) e com tempo claro para a definição. Reuniões muito rápidas e periódicas são mais efetivas que reuniões longas e de muito conteúdo. Registre a reunião, com os resultados e pendências para as próximas reuniões (que devem ser sempre avaliadas no início, antes dos outros assuntos). Privacidade e Divulgação: Todo o processo de Governança exige clareza no que pode ou não pode ser divulgado. O canal, o fórum, o meio e a abrangência devem ser sempre definidos quando algo precisa ser comunicado. Tomar a decisão de comunicar, sem avaliar esses tópicos, pode gerar necessidade de mais explicações e possível perda de tempo. Governança é ação, não intenção Se você concorda com essa minha linha de pensamento, da próxima vez que alguém falar de Governança, lembre-se: não é sobre o que está escrito no manual, mas sobre o que acontece nos Fóruns e nos Ritos . É a arquitetura invisível do controle, seja ele centralizado ou distribuído. A cadência que define o sucesso ou o fracasso. É a ação, não a intenção. E se você não está no Fórum adequado, ou se seus Ritos são frouxos, sinto te dizer... você não tem Governança. Você tem apenas um manual burocrático na mão. E essa perda de tempo, meu caro, custa caro. Muito caro. Artigo também publicado no GazzConecta . Rucelmar Reis C-Level | Board Member | Advisor | Mentor Sócio Fundador da AdvisorTips Essa publicação faz parte do website Advisor.Tips e é protegida por direitos autorais.

  • Consciência imortal: o que nunca deixa de existir em você

    Eu já escrevi muito sobre Inteligência Artificial. Já falamos de algoritmos, de redes neurais, de produtividade e até do fim da programação. Mas o que aconteceu nos últimos meses, e que culminou em uma notícia recente vinda dos laboratórios de Princeton e do consórcio FlyWire, muda o eixo da conversa. E essa velocidade de novidades e falta de tempo para assimilá-las é o que me deixa mais assustado. Não estamos mais falando apenas de silício e código; estamos falando de nós. Da nossa biologia, da nossa vida, da nossa origem e, fundamentalmente, da nossa vontade. Ok, mas que notícia é essa e o que ela representa? Cientistas conseguiram mapear cada um dos 139 mil neurônios e as mais de 50 milhões de conexões do cérebro de uma mosca-das-frutas ( Drosophila melanogaster ). Mas a notícia não é o mapeamento; é o que aconteceu quando eles o "ligaram" em um computador. Sem treinamento de IA, sem reforço estatístico, a "mosca digital" começou a tomar decisões. Ela buscou comida, evitou obstáculos e demonstrou instinto. Eles digitalizaram a vontade de um ser vivo. A evolução em tempo real Durante bilhões de anos, a evolução foi um processo biológico lento, medido em eras geológicas. Agora, entramos em um novo tipo de evolução: a tecnológica. Se uma máquina pode replicar a arquitetura de decisão de um ser vivo, a evolução deixa de levar milhões de anos e passa a ocorrer em dias ou horas. O matemático I.J. Good já avisava em 1965 sobre a "explosão de inteligência", onde máquinas projetariam máquinas melhores. Mas ele talvez não tenha previsto que o ponto de partida seria a própria vida. Essa mudança de fase não é algo que acontecerá; ela está acontecendo. O vemos a cada hora de novidades, atropela nossa capacidade de previsão. Quando o CEO da Anthropic, Dario Amodei, compara a IA a um tsunami no horizonte e avisa que a inteligência sobre-humana pode chegar em 2027, ele provavelmente não está falando de um novo software de chat ou de uma nova placa de processamento quântico. Ele deve estar falando do momento em que a tecnologia se torna fluente na biologia. O impacto no tecido da vida Está tudo bem, tudo ótimo, mas além desse alarmismo todo, como isso pode mudar nossa vida, família e nossos negócios? Se a vontade pode ser digitalizada, então... o que define a individualidade? Imagine o impacto na estrutura familiar quando os padrões mentais, as memórias e os instintos de uma geração puderem ser preservados ou replicados. O que significa ser pai ou filho em um mundo onde a herança não é apenas genética, mas um arquivo executável? Parece ficção, mas já é ciência moderna. Nos negócios e nos empregos então, a mudança é brutal. Não estamos mais falando de automatizar tarefas repetitivas. Estamos falando de emular arquiteturas de decisão. Se hoje você contrata um especialista pelo seu "faro" ou "instinto" estratégico, o que acontece quando esse instinto for mapeado e puder ser rodado em bilhões de instâncias simultâneas? O valor migra da execução para a origem. A pergunta deixa de ser "quem faz melhor" e passa a ser "quem detém a arquitetura da decisão". A imortalidade corporativa e o decisor perpétuo Agora, vamos além. Se a consciência pode ser digitalizada, o que impede um fundador de uma grande empresa de continuar sendo seu fundador e decisor por séculos? Sua mente, suas memórias, sua visão estratégica, tudo projetado em um ser digital, um avatar que continua a guiar a corporação. O poder não mais limitado pela finitude biológica. A sucessão se torna uma questão de upload , não de herança. Isso não é ficção científica barata; é a próxima fronteira da governança corporativa, onde a longevidade da liderança pode ser medida em eras, não em mandatos ou gerações. A vida eterna digital E se essa consciência finita que temos hoje, que se esvai com a morte, puder se tornar perene? Não seria essa a vida eterna prometida por algumas religiões, mas entregue agora pela tecnologia? Obviamente, a vida eterna não me parece que será física. Será um fluxo contínuo de dados, de padrões neurais, de memórias e de identidade em um substrato digital. A alma como um arquivo executável, a consciência como um software que pode ser transferido, replicado, talvez até aprimorado. É um salto que redefine o que significa "estar vivo" e o que significa "morrer". Estudos de fronteira Essa não é uma divagação isolada. Pesquise sobre projetos como a 2045 Initiative , que embora ambiciosos, buscam acelerar a transferência da personalidade humana para um suporte não biológico. Ou ainda a pesquisa em Whole Brain Emulation (WBE) que avança a passos largos, com relatórios de 2025 detalhando progressos em gravação neural e conectômica. O objetivo é claro: simular um cérebro humano em sua totalidade, com pensamentos, sentimentos e memórias. Estamos monitorando o surgimento de tecnologias que podem, de fato, oferecer uma continuidade da consciência além do corpo biológico. O clube dos privilegiados e o monitoramento essencial Mas aí me pergunto, quem terá acesso a essa "vida eterna"? Sabemos que em toda revolução, haverá os privilegiados. Serão aqueles que monitoram e investem nas interfaces cérebro-computador (BCIs), na conectômica humana e nas discussões bioéticas de elite. Para não ser apenas um passageiro nessa caravana, é preciso estar atento. É preciso entender que a distância entre a ideia e a materialização da vida digital foi reduzida a zero. Não se trata de prever o próximo passo, mas de entender que o chão sob nossos pés já não é mais o mesmo. A pergunta final não é se você está pronto para a tecnologia, mas se sua mente está pronta para aceitar que a biologia linear acabou e que a imortalidade, antes um mito, agora é apenas um problema de engenharia e de tempo mínimo para acontecer. Artigo também publicado no GazzConecta . Rucelmar Reis C-Level | Board Member | Advisor | Mentor Sócio Fundador da AdvisorTips Essa publicação faz parte do website Advisor.Tips e é protegida por direitos autorais.

  • Obesidade intelectual: como sair do excesso de conteúdo

    Você já se sentiu com a cabeça fervilhando de ideias, de teorias, de conselhos, mas com uma dificuldade imensa de colocar algo em prática? Como se houvesse uma barreira invisível entre o que você sabe e o que você faz?  Nunca na história tivemos tanto acesso a informação como nos dias de hoje. Seja com o acesso cada vez maior das redes sociais, como nos treinamentos e cursos ofertados online, que podem nos nutrir de conhecimento, sem ao menos precisarmos nos deslocar de onde estamos. Mas essa busca desenfreada por conhecimento, por realizar cursos em sequência, participar de fóruns e networks, receber mentorias, e ser bombardeado com informações de tudo e de todos, sem que a gente tenha tempo para assimilar e gastar esse conhecimento, é o que chamamos de Obesidade Intelectual. Essa é a realidade cada vez mais comum de um cérebro sobrecarregado, ineficiente, inchado de dados que nunca são processados, aplicados ou compartilhados. É como comer sem gastar, sem metabolizar. O conhecimento, nesse cenário, vira uma espécie de gordura mental : ela não nos nutre; ela nos inflama, nos adoece. Um fator pode ter ajudado nessa busca por conhecimento sem medida. Durante a pandemia, o acesso explodiu. Redes sociais, newsletters, podcasts, webinars, mentores de palco, gurus de plantão. É um banquete interminável, um buffet livre de conteúdo que nos empanturrava até estarmos exaustos de tanta live e de tanto curso a disposição. E o resultado? Muito conhecimento, sem oportunidade de aplicá-lo. A sede insaciável e o cansaço silencioso Resolvi dar uma estudada no assunto, e na minha pesquisa e própria experiência vi que não estamos sozinhos nessa jornada. Em 2023, a ScienceDirect divulgou que a população digital global produziu cerca de 328,77 milhões de terabytes por dia . Imagine a quantidade de informação que tenta disputar nossa atenção. É um banquete caro que, ironicamente, nos deixa mais cansados, pobres naquilo que temos de mais valioso: tempo e energia. O mercado de e-learning, por exemplo, explodiu para US$ 486 bilhões em 2025 , conforme estudo feito pela Research.com . Milhões de pessoas buscando conhecimento, mas quantas realmente o aplicam? Quantas transformam esse aprendizado passivo em ação? A maioria, eu arrisco dizer, está apenas acumulando. E o que acontece com o acúmulo sem gasto? Ele gera uma ansiedade sutil, um sentimento de que estamos sempre perdendo algo – o famoso FOMO (Fear Of Missing Out) . Você se sente constantemente atrasado, insuficiente, como se houvesse sempre mais um curso, mais um livro, mais um podcast que você precisa consumir para não ficar para trás. Mas, no fundo, essa busca incessante só nos afoga ainda mais em conteúdo, sem nos dar a clareza ou a energia para agir. A dieta consciente O problema não é o conhecimento em si. O problema é a compulsão. É a falta de curadoria. É a ilusão de que "saber" é o mesmo que "fazer". Eu vejo pessoas com dezenas de certificados, mas paralisadas na hora de dar o primeiro passo. Com muito conhecimento teórico, mas sem a sabedoria prática que só a experiência pode trazer. Esse conhecimento superficial, não exercitado, não adaptado à realidade, pode se tornar um peso morto na sua mente. Minha proposta para vocês é um convite à reflexão: se você não tem um plano claro para aplicar o que aprende, talvez seja o momento de fazer um novo regime de conhecimento. Não se empanturre. Não adianta ter um banquete de informações se seu corpo (ou sua mente) não consegue digerir. A prioridade não é mais "aprender mais", mas "aplicar o que já se sabe". É hora de uma dieta consciente. De curar o conteúdo que você consome. De ter um plano, um objetivo claro para cada nova informação. Se pergunte: Onde você vai usar isso? Qual problema você vai resolver? Qual projeto você vai tirar do papel? Se a resposta não for clara, talvez seja um sinal para fechar a aba do navegador e dedicar-se a transformar o que você já sabe em algo concreto. Algumas dicas de como vencer a obesidade intelectual Curadoria ativa: Seja seletivo. Escolha fontes de informação que realmente agreguem valor aos seus objetivos. Desligue as notificações desnecessárias e reduza o tempo em redes sociais que geram apenas ruído. Aplicação deliberada: Transforme o aprendizado passivo em ativo. Crie um projeto, escreva um texto, participe de um debate, ensine alguém. A melhor forma de consolidar o conhecimento é usá-lo. Pausas estratégicas: Dê descanso ao seu cérebro. Alterne o estudo com atividades físicas, hobbies ou simplesmente momentos de ócio criativo. O cérebro precisa de tempo para processar e consolidar informações. Desconexão consciente: Reduza o tempo de tela. Reconecte-se com o mundo real, com pessoas, com a natureza. A vida acontece fora das telas. Priorize a ação: Lembre-se que o valor real está na execução. Mais vale um pequeno passo prático do que mil teorias não aplicadas. Comece pequeno, mas comece. Em um mundo onde a informação é infinita e o tempo é finito, a ação de fazer algo com o conhecimento adquirido é o grande diferencial. A obesidade intelectual não é um sinal de inteligência; é um sintoma de algo que vai te deixar cada vez menos ativo. É o banquete que nos esgota e nos impede de criar algo de valor. Está na hora de colocar todo seu conhecimento em prática. De gastar essa energia. De transformar o conhecimento em suor, em resultado, em impacto.  É a jornada da ação consciente, planejada, que nos levará a um futuro mais produtivo e útil, dentro do conhecimento que já temos. Artigo também publicado no GazzConecta . Rucelmar Reis C-Level | Board Member | Advisor | Mentor Sócio Fundador da AdvisorTips Essa publicação faz parte do website Advisor.Tips e é protegida por direitos autorais.

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Onde há um, deve obrigatoriamente haver o outro. Separá-los não é apenas um erro conceitual; é um erro operacional, estratégico e, muitas vezes, fatal. Finanças 27 de mai. 3 min de leitura Reforma Tributária: o que o empresário de serviços precisa saber para se preparar agora A Reforma Tributária representa um divisor de águas para o setor de serviços no Brasil. Finanças 9 de abr. 4 min de leitura O Poder das Palavras: Como um Líder Pode Inspirar ou Desanimar Sua Equipe Rapidamente Líderes que usam comunicação positiva motivam e aumentam a produtividade da equipe. Comunicação 1 de mar. 2 min de leitura Leia mais em nosso blog CONSULTORIA EMPRESARIAL Business Consulting Os associados da Advisor.Tips, com grande experiência em gestão, são especialistas em encontrar meios empresariais viáveis para as organizações, passando por reestruturações operacionais, societárias, tributárias e de controles administrativos; sempre levando em conta a solução mais adequada para a nova economia, principalmente diante dos desafios trazidos pela digitalização dos negócios. Entre em contato conosco Valuation (Avaliação Econômica-Financeira da empresa e seu valor no mercado); Preparação para novos Investimentos e/ou Desinvestimentos (venda); Controle de custos e formação de preços; Visibilidade e caminhos financeiros. Planejamento Fiscal e Tributário; Estudo de viabilidade financeira; Reestruturação de negócios; IMPULSIONANDO NEGÓCIOS Driving Business Forward Nossa vocação é fortalecer financeiramente nossos clientes, com o compromisso de impulsionar os negócios para outro patamar de resultados. Usamos ferramentas modernas e diagnósticos profissionais para fazer a transformação que sua empresa precisa. Não nos limitamos a somente mapear oportunidades, mas usamos todo nosso conhecimento para implementar métodos e revitalizações operacionais que gerem resultados imediatos. Trabalhamos com análises que demonstram: Os retratos do cenário atual; A construção das alternativas viáveis; Apoio na escolha de caminhos; Execução da estratégia decidida e; Suporte ao longo de todo o processo de implementação e pós-implementação. Entre em contato conosco

  • FP&A - Planejamento e Análise Financeira | Advisor.Tips

    Planejamento financeiro que permite redução do esforço diário e consequente da equipe interna financeira. PLANEJAMENTO E ANÁLISE FINANCEIRA Financial Planning & Analysis FP&A Você tem hoje a visibilidade total da saúde financeira de sua empresa? O processo de planejamento e financeiro geralmente requer uma especialidade mais avançada de análise. Nosso modelo de simplificação e procuração de processos, acontece por meio da orientação de trabalho e da centralização de atividades. Isto permite redução do esforço diário e consequente da equipe interna financeira. Em nossos projetos, os principais desafios que encontramos nos clientes são: Falta de Planejamento: como o Plano Estratégico de Dados Pesados Conduzem a decisões, os dados financeiros somados aos desafios reais da empresa, acabam levando a um planejamento que tende a não trazer resultados. Orçamento que não se corra o risco de planejamento de objetivos não realistas, os analistas de recursos envolvidos no orçamento dos departamentos de negócios e o orçamento dos departamentos de recursos de suporte financeiro dos processos, bem como no monitoramento das despesas. Além disso, depende exclusivamente de um orçamento com os objetivos gerais de negócios. Imprevisibilidade: um consultor especializado pode ter um futuro com maior confiança ou com base nas variáveis de desempenho do mercado externo, resultados dos concorrentes do mesmo segmento e principalmente com o desempenho previsto nos anos anteriores na empresa. Como a lista de negócios é um componente importante para orçamentos e planos estratégicos, mas muitas vezes a área financeira não tem o acesso a ferramentas e qualificação necessária para este tipo de análise e planejamento financeiro, gerenciando a administração desamparada e sem elementos para um tipo de análise e planejamento financeiro decisivo. Nossos sócios e associados são especialistas nestes processos, inclusive com implementação de KPIs, modelagem e metodologias de visibilidade financeira, que atendem todos os portes de empresas. Entendemos que não se pode pilotar uma empresa sem as informações e controles financeiros adequados. Entre em contato ARTIGOS RELACIONADOS Riscos e Controles Não Podem Andar Desacompanhados. Risco e Controle são irmãos siameses. Onde há um, deve obrigatoriamente haver o outro. Separá-los não é apenas um erro conceitual; é um erro operacional, estratégico e, muitas vezes, fatal. Finanças 27 de mai. 3 min de leitura Reforma Tributária: o que o empresário de serviços precisa saber para se preparar agora A Reforma Tributária representa um divisor de águas para o setor de serviços no Brasil. Finanças 9 de abr. 4 min de leitura Surfando a Onda da Inteligência Artificial: Vai Deixar Passar? Você já parou para pensar em quantas oportunidades já deixou escapar por achar que era modismo ou coisa passageira? Ou então, quantas vezes, Tecnologia 13 de ago. de 2024 3 min de leitura Leia mais em nosso blog contato

  • SNAIL - Spiral Network to Attest the Initial Leverage | Advisor.Tips

    Defina a alavancagem inicial de um negócio para que seja insuficiente e que não fruste a realização do projeto por não ter a aplicação correta dos recursos. SNAIL Spiral Network to Attest the Initial Leverage SNAIL = Spiral Network to Attest the Initial Leverage (Rede espiral para confirmar a alavancagem inicial) Como definir o investimento inicial necessário para uma startup ou um novo negócio? A definição da alavancagem inicial de um negócio é uma matéria que as vezes não é tratada com a análise adequada e isto faz com que o investimento inicial seja insuficiente ou que fruste a realização do projeto por não ter a aplicação correta dos recursos. Com a experiência acumulada na Advisor.Tips, foi possível desenvolver uma metodologia própria de análise deste investimento inicial e seus desdobramentos, com o objetivo de garantir maior clareza na definição da alavancagem inicial da empresa. A metodologia consiste na avaliação em espiral para atestar a necessidade de investimentos, com exercícios de expansão e contração dos 4+1 elementos básicos de análise, que são:Nossa metodologia refaz o balanceamento dos elementos essenciais ao negócio e direciona para o crescimento sustentável de resultados. Somente após satisfazer as rodadas dos elementos base, é que se tem a definição da Alavancagem Inicial e é dado o início da Implementação, com as fases e custos bem definidos. Quem saber mais ou precisa de ajuda para montar o seu novo negócio? Fale conosco! Entre em contato ARTIGOS RELACIONADOS Riscos e Controles Não Podem Andar Desacompanhados. Risco e Controle são irmãos siameses. Onde há um, deve obrigatoriamente haver o outro. Separá-los não é apenas um erro conceitual; é um erro operacional, estratégico e, muitas vezes, fatal. Finanças 27 de mai. 3 min de leitura Reforma Tributária: o que o empresário de serviços precisa saber para se preparar agora A Reforma Tributária representa um divisor de águas para o setor de serviços no Brasil. Finanças 9 de abr. 4 min de leitura O Poder das Palavras: Como um Líder Pode Inspirar ou Desanimar Sua Equipe Rapidamente Líderes que usam comunicação positiva motivam e aumentam a produtividade da equipe. Comunicação 1 de mar. 2 min de leitura Leia mais em nosso blog contato

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